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a estante da educadora alexandrina


Lembro-me de ler na cama à noite antes de dormir, quando a minha mãe me mandava apagar a luz eu continuava a ler debaixo da roupa com uma lanterna.

Um dos livros que li, teria 15,16 anos, foi “viagem ao mundo da droga”, apesar de já ter ouvido falar em drogas mais leves não sabia exactamente as consequências causadas por elas. Este livro focava drogas pesadas, uma delas, o “LSD” e os efeitos causados em quem consumia.
Era um relato verídico de quem as tinha consumido, esta leitura impressionou-me muito e perguntava-me: "Se as drogas fazem tão mal, porque é que as consomem?"
Ainda hoje, apesar de toda a informação que existe continuam a ser consumidas, muitos pensam sempre que as conseguem deixar quando quiserem, mas muitas vezes sem se aperceberem já estão a consumir outras drogas mais pesadas.
São vidas e famílias destruídas por esta “maldição”. 

a estante da d. silvina

A sabedoria popular diz-nos que “o saber não ocupa espaço” e o ler também não. O meu desejo pela leitura começou desde os tempos da escola primária, quando a professora, entusiasmada, nos incentivava a nunca parar de ler. Desde então tenho o livro como companheiro, conselheiro, instrutor e motivador.

Dos vários livros que já li quero destacar dois: “A rapariga que roubava livros” e “ A fórmula de Deus”. Uma leitura que nos leva a fazer uma reflexão ética e espiritual. A leitura tem o poder de nos transportar para outras realidades que, de outra forma, não seriam possíveis de alcançar, como por exemplo, encarnar as personagens, vivendo as suas histórias.

Ler torna o ser humano mais “rico”.

outlet do livro no pavilhão rosa mota


Arrancou esta quinta-feira, dia 19, mais uma edição do Outlet do Livro. A entrada é livre, todos os dias entre as 10 e as 20 horas.
A iniciativa, que irá durar um mês – até 19 de fevereiro -, volta a realizar-se no Pavilhão Rosa Mota e o linguista Óscar Lopes, cujo centenário se assinala este ano, é o autor em destaque.
No Outlet do Livro podem encontrar mais de 30 mil títulos a preços de saldo, com descontos que vão até aos 80 por cento e as obras ao dispor dos visitantes são edições descontinuadas desde há 18 anos, para além de exemplares de editoras que já não operam no mercado.
“A oferta percorre quase todos os géneros: poesia, romance, história, ensaio, BD, literatura de viagens, culinária, saúde, desporto, tempos livres e literatura infantojuvenil”, referiu a Câmara do Porto.


crónica de uma morte anunciada de gabriel garcía márquez

Ao longo das próximas semanas, iremos publicar videolivros dos romances selecionados para a 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura para apoiar a vossa escolha.

Aqui fica o primeiro: Crónica de uma Morte Anunciada, de Gabriel García Márquez.

"irmão lobo"

Irmão Lobo é o mais recente livro de Carla Maia de Almeida e ilustrado por António Jorge Gonçalves que Planeta Tangerina acabou de publicar. Ao mesmo tempo, foi criada uma página no Facebook, (obrigatório adicionar ao feed!) que pretende criar diálogo com os leitores, 'provocá-los com questões e 'alargar' o mundo das personagens, sugerindo lugares, músicas, experiências... 
Numa narrativa a duas vozes, esta é a história de uma família obrigada a mudar de vida e também de uma viagem por um país que se desmorona. Nela se cruzam a voz de Bolota, 8 anos, quando parte em expedição pela estrada fora, em direção ao fogo e ao centro da Terra; e a da mesma personagem, já adolescente, recordando a estranha aventura passada durante a infância.



dia internacional do livro infantil


Para assinalar esta data, a Direção Geral do Livro e Arquivos e Biblioteca publicou um cartaz da autoria de Maria João Worm, vencedora do Prémio Nacional de Ilustração 2012.

a estante de eliana silva




A obra “A mar” transmite uma mensagem interessante e educativa. Ao ler este livro aprendi que o interior é o mais importante e as limitações de uma pessoa não são limitação para amar. Interessei-me por este livro pois é escrito por uma professora que conheci e que admiro muito.
Aconselho a sua leitura talvez um pouco para mudar certas mentalidades.



"A concubina russa" é uma obra rica em história com uma pitada de romance proibido. Torna-se um livro fantástico que nos mostra que nem sempre o dinheiro traz felicidade e sabedoria.
Na minha opinião todos o deviam ler, embora possa ferir certas suscetibilidades.


a estante de adriana oliveira

Para quem gosta de um bom romance, recomendo este livro. Este livro fala sobre um pequeno rapaz mudo, que mesmo mudo não desistiu de tudo aquilo que queria fazer. Para aqueles que acham que desistir é a melhor opção, leiam este livro porque ele inspirou-me muito.



Este livro fala muito sobre a nossa adolescência, fala sobre adolescentes de 15 anos ou menos  que se perderam no vício. O vício pode ser uma coisa muito má e para quem acha que é fixe fumar, ou drogar-se só porque os outros o fazem. Experimentem, ler este livro, vejam as consequências da droga.

Adiante, “ A filha dos mundos” não tem a ver com criminologia ou drogas, tem a ver com a nossa imaginação, a nossa infantilidade. Não tem nada de mal este livro, muito pelo contrário, ajuda-nos a dar asas à nossa imaginação e, para além do mais, faz-nos voltar à nossa infância, quando líamos aqueles livros sobre fadas, duendes e dragões. Afinal, nunca deixamos de ser crianças!


 Este livro é dedicado a todos os que gostam de crimes, homicídios e acção. Nunca ninguém imaginou uma espécie de assalto perfeito, mas este aqui, acreditem tem de tudo. Tanto pode dar tudo para o torto, como no final fica tudo como planeado. Mais ou menos... é claro que nem tudo sai certo.

Não vou falar mais acerca destes livros, terão de vir requisitá-los à biblioteca para verem o que acontece!

a estante de lara passo





Este livro foi um dos melhores livros que já li... Tocou-me profundamente, tanto no sentido romântico, como nas partes mais sérias, não podendo esquecer a ação. O livro fala de uma sociedade composta de 12 distritos muito pobres, governados pelo Capitólio, extremamente rico e cruel. Uma das suas leis é que, todos os anos, dois adolescentes de cada distritos sejam sorteados para participar nos Jogos da Fome, em que o único objetivo é a sobrevivência de somente um, usando todos os meios para que isso aconteça, incluindo matar. A personagem principal é Katniss, um dos tributos. Ela sente-se indignada com as atitudes do Capitólio e tenta fazer de tudo para mudar a situação desesperada em que se encontra o mundo, com a ajuda dos seus potenciais parceiros românticos: Peeta, o padeiro, e Gale, o seu parceiro de caça.



A afinidade que se criou entre mim e a personagem principal do livro, Sophie, foi uma das coisas que me surpreendeu. Eu identifico-me com o jeito atrapalhado e irónico com que ela desvenda os seus mistérios e vive as suas aventuras. Sophie é uma bruxa negra, ou pelo menos assim pensa ela, que durante o primeiro livro tenta integrar-se na sua nova escola para criaturas sobrenaturais: Hecate Hall, porém, acaba por descobrir o lado negro da vida. O concelho parece ser mais obscuro do que ela pensa e os conflitos amorosos que envolvem a sua vida, com os pretendentes Archer e Cal, estão a pô-la bastante em baixo, mas Sophie sobrestima-se e com o seu poder consegue ultrapassar todas as suas dificuldades e assuntos pendentes.


porque março é o mês da leitura VI

porque março é o mês da leitura V

a estante da professora ana carla campos




Tinha menos de 14 anos quando se cruzou na minha vida “Um estranho numa terra estranha”, de Robert A. Heinlein e a minha relação com os livros e com o mundo não mais foi a mesma.
Este livro conta a história de um homem vindo de Marte que ensinou a humanidade a "grocar" e a partilhar a água. E a amar. Desde então “grocar” entrou não no meu vocabulário mas na minha vida, e não tenho deixado de tentar grocar desde então. 

Pouco depois, e na mesma linha, chegou o “Admirável mundo novo”, Aldous Huxley, que também devorei em todos os minutos disponíveis. 

“A Selva”, de Ferreira de Castro e o “Ensaio sobre a Cegueira”, de Saramago, já mais tarde, marcaram-me por porem a nu a fragilidade e vulnerabilidade humana. As personagens destas duas histórias vivem momentos extremos e realizam ações que achariam inconcebíveis na sua vida “normal”. A consciência que somos todos capazes de tudo, dependendo das circunstâncias,  fizeram-me uma pessoa mais tolerante, menos crítica e, sobretudo, mais apta para sair “dos meus sapatos” e ver os outros por outras perspetiva.


Por fim, uma breve referência à “Nausea”, de J.P. Satre, que me deixou para sempre “só e sem desculpas” e ao “Guardador de Rebanhos”, de Alberto Caeiro, o meu eterno livro de consolação da alma.

porque março é o mês da leitura III

a estante da professora margarida correia




O livro da minha vida é O banho da Balalaica, um pequeno conto das edições Majora sobre uma irrequieta cadelinha que fazia imensas tropelias, para gáudio do seu pequeno dono e da criança que já fui. Tão encantada me deixavam as peripécias à volta da Balalaica que pedia à minha mãe que lesse aquela história outra e outra vez. E, fruto das repetições e da paixão pelas palavras e pelas imagens da caniche branca, comecei a “ler” a história, de fio a pavio, expressivamente, imitando a minha mãe, fazendo as pausas no momento certo, virando as páginas com a voz suspensa na sílaba exata. Aquele prodígio fez a felicidade da minha mãe (foi o momento alto do seu orgulho iniciador!) que passou a exibir a minha pretensa leitura a familiares, amigos e conhecidos que, recordo ainda, acreditavam estar diante de uma sobredotada que aprendera a ler aos quatro anos, até a minha mãe – verdade supra vaidade! - desfazer o equívoco dizendo que era apenas um milagre de uma memória motivada. Tenho para mim que essa vaidade maternal me contaminou com a paixão pelos livros, embora a febre das efabulações me tenha sido pegada pela minha bisavó Fortunata que, sem saber ler nem escrever, era uma coletânea de contos tradicionais, e que, ao meu pedido - «Conta-me uma história» – abria, sem reservas, a porta do maravilhoso mundo da ficção. 

porque março é o mês da leitura I

a estante do professor fernando almeida




Foi uma oportunidade para vestir a pele de detective e descobrir, no meio da barafunda, conceitos matemáticos. Foi um óptimo momento para perguntar se fará sentido exigir que tudo faça sentido. Foi o ensejo excelente para sonhar acordado, entrar num mundo louco, e mandar às urtigas a lógica impositiva que governa o nosso quotidiano. 




É uma oportunidade, diria quase única, para: ouvir falar o silêncio, experienciar a paz, a distância, a saudade, a vertigem, a vida, que lhe (e nos) desenha a individualidade da existência. Para nos aproximar do seu imperativo desejo que a levou a escrever “Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto ao mar”.



A clarividência é a essência da boa metáfora e Orwell colocou-a ao serviço da denúncia do logro de um sonho. Viva a Revolução: Liberdade, Igualdade, Fraternidade? … e a revolução não nos libertou!!! Porque afinal somos todos iguais, mas… alguns são mais iguais do que os outros.

cachorros quentes: uma editora ambulante


A Cachorros Quentes é uma editora ambulante que conta histórias, mitos e factos sobre a cidade do Porto.  Desloca-se pelo centro histórico do Porto num carro de cachorros quentes, que em vez de vender os esperados pães com salsicha, serve de espaço de trabalho e de ponto de troca de outro tipo de alimento. As suas pequenas publicações dividem-se em cinco categorias: “Diz que disse”, “Factos”, “Espaços”, “Personagens” e “Diversos”. Nestas, são contadas histórias pessoais, o relato de acontecimentos ou personagens emblemáticas, bem como objectos e locais históricos.
Fazem apelos para o envio de histórias através de cartazes espalhados pelas ruas do Porto e através Facebook.
 As publicações podem ser adquiridas a troco de uma nova história, que será editada, rematada com ilustrações e depois, finalmente publicada. Com este projecto as responsáveis, Daniela Parra e Ana Palma Silva, pretendem estimular o diálogo, bem como a partilha de contos e também conhecer todo o tipo de portuenses que queiram ler e contar histórias.