Detalhes


(Re)lembrar que estamos na 12ª Semana da Leitura 2018
Mais uma vez, Prof. Maria José Teixeira, bem haja, por aceitar prontamente todos os meus "pedidos"...
Sala dos docentes no intervalo das 10:15











PROVOCAR O DEBATE


Hoje, a nossa biblioteca recebe/acolhe, uma tertúlia/ ação de formação, sob a responsabilidade da Psicóloga do nosso Agrupamento, Dr.a Alexandrina Costa, A Presentes, estiveram também a nutricionista do Unidade Familiar de Vila do Conde, Dr.ª Lara Costa e a psiquiatra Dr.ª Elvira Ferreia. O tema a tratar Foi a alimentação.
Alunos do 
10º do Curso Profissional de Estática, 
12º LH1
12º CSE




MUITO GRATA

"Um agradecimento muito especial ao grande artista Cândido Picado que desenhou a gata Sofia ontem no Agrupamento de Escolas D. Afonso Sanches - Vila do Conde-com uma sessão na Biblioteca Escolar da EB 23 Julio Saul - Dias e na D. Afonso Sanches Escola Secundária (total de 195 alunos)... Lindo"
(Mensagem dos pais da escritora Sofia)








Encontro fantástico!!! Bem haja Sofia, bem haja Mara

2º dia, da 12ª Edição da Semana da Leitura 2018 "Econtro com..." - "Afinal Ler e Escrever não é uma Seca".
Um dia em cheio na biblioteca cheia.
Para os "descrentes" nestas duas jovens e no interesse que elas poderiam ter junto dos nossos alunos, ficou a reflexão de um colega no final do encontro através das palavras de Torga. 
Muito grata, mais uma vez, ao nosso AO Cândido Picado pelo belíssimo trabalho que fez para oferecer à Sofia.
Turmas presentes: 12º LHI 12º K 10º CT2/CSE 10º IOT 9º B



















II Sessão "Nem Todos os Namoros São Flores"


E foi assim que aconteceu....
MUITO, MUITO BOM, momento que durou quase DUAS HORAS em que 
64 jovens do 11º ano, ouviram ATENTAMENTE testemunhos sobre o flagelo que é a Violência no Namoro.
Bem hajam, Agentes Paulo Marta e Paulo Araújo, parceiros de tantas outras atividades ligadas às nossas bibliotecas escolares.












Dia dos Namorados, uma lenda com tradição





A Igreja Católica reconhece pelo menos três santos com o nome de Valentim, todos eles martirizados pela Roma Antiga, e não é certo qual desses três será o "responsável" pela história que deu origem à lenda que fez nascer o dia dos Namorados.

A versão mais disseminada conta que, por alturas do séc. III, o Imperador Cláudio II, querendo formar um poderoso exército romano, decidiu proibir temporariamente a celebração de casamentos para garantir que os jovens se concentrassem mais facilmente na guerra e na vida militar.
Contudo, o bispo Valentim contrariou as ordens e continuou a celebrar casamentos, agora na clandestinidade. A afronta à vontade do Imperador levou a que Valentim acabasse preso e condenado à morte.
Até à sua execução, foi recebendo flores e bilhetes (o que explica a troca de postais, cartas e presentes, hoje em dia) enviados por anónimos como demonstração de apoio e consideração pela sua conduta.

A milagrosa história de amor
A filha do carcereiro de Valentim, que era cega, movida pela curiosidade, terá pedido para o visitar no cárcere e, mal se aproximou dele, recuperou a visão. Ambos se apaixonaram um pelo outro. Numa carta escrita à sua amada, o bispo ter-se-à despedido com a expressão “do seu Valentim”, que ainda é usada na língua inglesa (“valentine“) para designar namorado.
Mas esta história não tem final feliz: ainda segundo a lenda, a ordem de execução dada por Cláudio foi cumprida e Valentim acabaria por ser decapitado num 14 de fevereiro de finais dos anos 200 (séc. III).
Devido à indefinição e à falta de factos históricos comprovados para além de qualquer dúvida, a Igreja Católica não celebra oficialmente esta data. Não é por isso, no entanto, que o Dia de São Valentim, dia dos namorados, 14 de fevereiro, deixa de ser festejado em todo o mundo, tendo passado a fazer parte das tradições nacionais. Assim sucede há séculos – em Portugal, por exemplo.

Oleira de Guimarães mantém viva tradição da ‘cantarinha dos namorados’
A ‘cantarinha dos namorados’ de Guimarães continua a ser uma prenda muito oferecida por alturas de São Valentim, mantendo-se assim viva uma tradição antiga que atualmente é alimentada pelas mãos da mestre oleira Bela Alves.
Segundo a tradição, quando um rapaz se dispunha a fazer o pedido oficial de casamento oferecia primeiro à namorada uma cantarinha, moldada em barro. Se a prenda fosse aceite, estava formalizado o pedido particular, passando a depender apenas da vontade dos pais o anúncio do noivado. Uma vez dado o consentimento, a cantarinha servia então para guardar as prendas que o noivo e os pais da noiva ofereciam, designadamente peças em ouro.
Bela Alves, 39 anos de idade e oleira há 14, aprendeu o ofício com o mestre Joaquim Oliveira, entretanto falecido, e hoje continua a “dar à luz” ‘cantarinhas de namorados’, na sua oficina instalada na Plataforma das Artes, em Guimarães.
“Na altura de São Valentim, é quando se vende em maior quantidade”, refere, enquanto molda a argila e, com o pé, vai girando a típica roda de oleiro.
Se a tradição mandava que fossem eles a oferecer a cantarinha, hoje, revela Bela Alves, a iniciativa deve “andar ela por ela”, ou seja, os compradores são tanto homens como mulheres.
Atualmente, as cantarinhas já não são propriamente usadas para pedir a mão a alguém nem para guardar jóias, mas assumem-se como “guardiãs” de segredos e de histórias de amor. “Quem as oferece, fá-lo pelo simbolismo que elas encerram”, sublinha Bela Alves.
(com Agência Lusa)

(Inf. via RTP ENSINA - 
http://ensina.rtp.pt/atualidade/dia-dos-namorados-uma-lenda-com-tradicao/