NAS LIVRARIAS A PARTIR DO PRÓXIMO DIA 5 DE JUNHO




TÍTULO: Contos Tradicionais Portugueses. É nacional e é muito bom

AUTORES: Adolfo Coelho, Z. Consiglieri Pedroso, Teófilo Braga, José Leite de Vasconcelos e Ana de Castro Osório 
EDITORA: Guerra & Paz
SINOPSE:
E se voltássemos à literatura popular? E se voltássemos a contar de viva voz os velhos contos? Este Contos Tradicionais Portugueses aceita esse desafio, oferecendo-nos os mais belos contos pertencentes à tradição oral. São histórias conservadas e contadas pelo povo: a acção é simples predominando o elemento mágico sobrenatural, o sentimento, a jocosidade, o maravilhoso. Ah, sejamos claros, neles até os animais ganham vida e falam.
Estas histórias revelam muito do país que somos, da cultura popular, dos nossos costumes e tradições. Leia-as agora e volte a contá-las, ao calor da lareira ou aos seus amigos nas redes sociais, e como se diz correntemente «crescente um ponto».
Contos Tradicionais Portugueses reúne mais de 50 contos, escolhidos das obras de Adolfo Coelho, Ana de Castro Osório, Consiglieri Pedroso, José Leite de Vasconcelos e Teófilo Braga.
Por entretenimento ou consolo, como refere Eça, adentremos neste maravilhoso bosque do imaginário da cultura tradicional portuguesa e retiremos daí uma ou outra lição. Ou… talvez possamos apenas ler, sorrir e retirar alguma beleza do tesouro que aqui se compila.

NOVIDADE EM JUNHO






TÍTULO: O que Fica Somos Nós

AUTOR: Jill Santopolo 
EDITORA: Suma de Letras
SINOPSE
Numa luminosa manhã de fim de Verão, Lucy e Gabe encontram-se na universidade, em Nova Iorque, e apaixonam-se. Parece o começo de uma história como muitas outras, mas estamos a 11 de setembro de 2001 e, enquanto a cidade está envolta em poeira e detritos, eles beijam-se e trocam promessas. Assumem que têm de encontrar um significado para as suas vidas, tirar proveito dela, deixar uma marca. Jovens e apaixonados, pareciam ter o mundo a seus pés. Não esperavam que os seus próprios sonhos os separassem. Mas Gabe aceita trabalhar como fotógrafo de imprensa no Médio Oriente e Lucy decide continuar a sua carreira em Nova Iorque.
Treze anos depois, Lucy está numa encruzilhada. Sente a necessidade de revisitar as épocas fundamentais do seu relacionamento com Gabe, marcado por escolhas que os conduziram por diferentes caminhos, ao longo de diferentes vidas. Escolhas que, no entanto, nunca romperam o vínculo profundo que os une. Então, é chegado o momento, naquele dia... Lucy mantém um último segredo, e é hora de o revelar a Gabe. Todas as suas escolhas os conduziram até ali. Agora, uma última escolha decidirá o seu futuro.

Um romance comovente sobre o poder imperecível do primeiro amor com um final inesquecível.

.. LÁ VAMOS NÓS...AGORA, MAIS LONGE...






A Fase Nacional da 12.ª Edição do Concurso Nacional de Leitura [CNL] cumpre-se entre os dias 5
de junho de 2018 e 10 de junho de 2018, data de celebração da língua portuguesa.
Nesta Fase haverá:
 Uma prova escrita de pré-seleção, que decorrerá online;
 Uma prova pública final de palco.
Datas:
 Prova escrita de pré-seleção:
o 5 de junho de 2018, pelas 14.30h – para os alunos do 2º ciclo, 3º ciclo e ensino
secundário
o 7 de junho de 2018, pelas 10.30 – para os alunos do 1º ciclo
 Prova pública de palco
o 10 de junho de 2018 – para todos os alunos
Localização:
 Prova escrita de pré-seleção: decorrerá nas Bibliotecas Escolares
 Prova pública de palco: no Teatro Municipal de Tomar
Prova escrita de pré-seleção
Nesta prova participarão todos os alunos vencedores, conforme Regulamento.
A prova realizar-se-á sob a supervisão dos professores bibliotecários, num formulário online.
A elaboração da prova e a sua avaliação é da responsabilidade de um júri designado pelo PNL.
O PNL disponibilizará aos professores bibliotecários diretamente envolvidos no processo, no dia
agendado para a prova, o link para o formulário que os alunos deverão preencher e submeter.
A prova permitirá ao júri avaliar a interpretação de um texto, disponibilizado no próprio formulário,
através da expressão escrita.
A prova terá a duração de 60 minutos. Deverá ser submetida pelos alunos, no máximo:
 2º Ciclo, 3º Ciclo e ensino secundário – até às 16.00 horas do dia 5 de junho de 2018
 1º Ciclo – até às 12.00 horas do dia 7 de junho de 2018
Os vencedores desta prova de pré-seleção serão anunciados no decorrer da prova pública final do
dia 10 de junho de 2018.
Prova pública de palco
Para a prova pública de palco todos os alunos vencedores, conforme Regulamento, deverão levar
um texto de qualquer género literário, previamente escolhido por si, escrito em língua portuguesa.
Antes do início da prova pública de palco serão anunciados os 20 alunos com a melhor prestação
na prova escrita de pré-seleção. Serão apenas esses 20 alunos que irão realizar a prova pública de
palco.
A prova pública de palco decorrerá em dois momentos:
 Leitura expressiva do texto que o aluno preparou previamente – 3 minutos
 Apresentação de uma argumentação em defesa do texto escolhido – 3 minutos
A prova permitirá ao júri nacional avaliar a interpretação de um texto literário, através da
expressão oral.

Estivemos presentes

A Comissão Nacional da UNESCO e a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim promovem, na tarde de 22 de maio de 2018, a conferência “Educação, Artes e Bibliotecas”, a ter lugar na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto. Esta iniciativa integrará a celebração da Semana Internacional da Educação Artística, que decorrerá de 21 a 27 de maio. 

A conferência visa debater o papel das bibliotecas públicas e das bibliotecas escolares na promoção da educação artística. Esta conferência destina-se a bibliotecários, docentes, artistas e mediadores culturais envolvidos em projetos educativos.
14h00 Receção dos participantes
14h15 Sessão de abertura
Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim
Presidente da Comissão Nacional da UNESCO 
Painel 1 O papel da Rede das Bibliotecas Associadas à CNU na promoção da Educação Artística
14h30 Henrique Barreto Nunes - abertura do painel
14h50 Criação artística na comunidade
Biblioteca Municipal Ferreira de Castro - Oliveira de Azeméis
15h10 Biblioteca Andante: o valor da ilustração infantil
Biblioteca Municipal de Sever do Vouga
15h30 Debate
15h45 Pausa
Painel 2 A Educação artística nas escolas – criatividade e educação
Moderador – Paulo Faria - Coordenador do SABE 
16h15 Anabela Aguiar - 
Biblioteca do Agrupamento de Escolas de S. Pedro Rates
16h25 Anabela Torre - 
Biblioteca do Agrupamento de Escolas Dr. Flávio Gonçalves
16h35 Delfim Fernandes - 
Biblioteca do Agrupamento de Escolas Cego do Maio
16h45 Manuela D. L. Ramos - 
Biblioteca do Agrupamento de Escolas Campo Aberto - Beiriz
16h55 Marta Antunes - 
Biblioteca do Agrupamento de Escolas de Aver-o-mar
17h05 Albina Maia - 
Biblioteca da Escola Secundária Rocha Peixoto
17h15 Ana Paula Mateus - 
Biblioteca da Escola Secundária Eça de Queirós
17h30 Debate 
17h45 Encerramento
Câmara Municipal da Póvoa de Varzim
Comissão Nacional da UNESCO

Várias sessões, muitas avaliações, muitas sugestões e algumas descobertas


A partir desta semana, irão passar pela nossa biblioteca, várias turmas para um debate sobre as bibliotecas e a vida académica. 
Que bibliotecas esperam encontrar, no próximo ano letivo, quando começarem a frequentar o ensino superior?
Que "levam" desta biblioteca?
O que mudariam?
Estas e outras questões irão ser debatidas





A chegar...


Dia da Mãe

Ilustração de Manon De Jong


Poema à Mãe

No mais fundo de ti, 
eu sei que traí, mãe 


Tudo porque já não sou 

o retrato adormecido 

no fundo dos teus olhos. 

Tudo porque tu ignoras 

que há leitos onde o frio não se demora 

e noites rumorosas de águas matinais. 


Por isso, às vezes, as palavras que te digo 

são duras, mãe, 

e o nosso amor é infeliz. 

Tudo porque perdi as rosas brancas 

que apertava junto ao coração 

no retrato da moldura. 

Se soubesses como ainda amo as rosas, 

talvez não enchesses as horas de pesadelos. 




Mas tu esqueceste muita coisa; 

esqueceste que as minhas pernas cresceram, 

que todo o meu corpo cresceu, 
e até o meu coração 
ficou enorme, mãe! 


Olha — queres ouvir-me? — 

às vezes ainda sou o menino 

que adormeceu nos teus olhos; 


ainda aperto contra o coração 

rosas tão brancas 

como as que tens na moldura; 

ainda oiço a tua voz: 

          Era uma vez uma princesa 

          no meio de um laranjal... 

Mas — tu sabes — a noite é enorme, 

e todo o meu corpo cresceu. 

Eu saí da moldura, 
dei às aves os meus olhos a beber, 


Não me esqueci de nada, mãe. 

Guardo a tua voz dentro de mim. 

E deixo-te as rosas. 
Boa noite. Eu vou com as aves. 



Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"