Dia Internacional da Mulher

Sabe pq e para que existe?
"No Dia 8 de março de 1857, morreram aproximadamente 130 mulheres carbonizadas, quando foram trancadas na fábrica de tecelagem, em Nova York, onde trabalhavam, por estarem em greve. Em homenagem a estas mulheres, em 1910, declarou-se o dia 8 de março como o “Dia Internacional da Mulher”.


Hoje, 5 DE MAIO DE 2019 DESCOBRE...


O Dia da Mãe foi oficialmente criado pela norte-americana Anna Jarvis, que perdeu a sua mãe em 1904. Mas a História deste dia começou muito antes, há mais de 2000 anos! 

As mais antigas celebrações do Dia da Mãe estão ligadas à comemoração do início da Primavera, na Grécia Antiga. Estes festejos eram em honra da Deusa Rhea, mulher de Cronos e mãe de todos os deuses desta cultura.
Por seu turno, em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cibele, a mãe dos deuses romanos. O dia dedicado a esta deusa foi criado cerca de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo da Quaresma (os 40 dias antes da Páscoa) um dia chamado "O Domingo da Mãe", dedicado a todas as mães inglesas. Nesta época, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões.

Assim, no Domingo da Mãe, os criados tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
Sabias que a primeira vez que se falou realmente num dia especial só para mães foi nos Estados Unidos em 1872?

Julia Ward Howe e algumas colegas uniram-se para lutar contra a guerra e, segundo elas, o Dia da Mãe seria um dia de paz
Só em 1904 é que a ideia começou a pôr-se em prática.
Quando a mãe morreu, Anna Jarvis começou a chamar a atenção das pessoas para a importância de um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, conseguiu celebrar o primeiro Dia da Mãe.
Nesse dia, Anna Jarvis enviou à igreja onde estava a ser feitas as comemorações 500 cravos brancos. Estas flores deviam ser usadas por todos e simbolizavam todas as coisas boas da maternidade.
Ao longo dos anos esta senhora enviou mais de 10 mil cravos para a igreja:
- encarnados para as mães ainda vivas e
- brancos para as já desaparecidas.
Sabias que ainda hoje os cravos são mundialmente considerados os símbolos da pureza, força e resistência das mães?
O objetivo deste dia é dar mais atenção à importância das mães, pensar nelas, conversar, oferecer presentes e descobrir novas maneiras de lhes dar felicidade!

Em 1911, o Dia da Mãe foi celebrado em praticamente todos os Estados Unidos da América e, em 1914, o presidente declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, celebra-se o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis.
Apesar de cada país escolher datas diferentes ao longo do ano para festejar o Dia da Mãe, o objetivo é sempre o mesmo: homenagear aquela que nos põe no mundo!
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o Dia da Mãe era comemorado a 8 de Dezembro. Sabias que este é o dia de Nossa Senhora da Conceição, ou seja, o dia de Nossa Senhora como mãe. Por isso foi escolhido este dia. 

Atualmente, em Portugal, o Dia da Mãe é comemorado no 1° domingo de maio

AMANHÃ - 3 DE MAIO


A AMP- ANQEP - vem filmar as nossas instalações da Escola Sede do Agrupamento, para video promocional dos Cursos Profissionais. 
Fomos escolhidos pela nossa qualidade e sucesso no Ensino Profissional.
Serão filmados espaços comuns, cozinha pedagógica, restaurante pedagógico, sala de turismo, incluindo ainda, os nossos alunos em atividade.


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AMANHÃ, DIA DO TRABALHADOR


"1 de maio é o Dia do Trabalhador, data que tem origem a primeira manifestação de 500 mil trabalhadores nas ruas de Chicago, e numa greve geral em todos os Estados Unidos, em 1886.
Três anos depois, em 1891, o Congresso Operário Internacional convocou, em França, uma manifestação anual, em homenagem às lutas sindicais de Chicago. A primeira acabou com 10 mortos, em consequência da intervenção policial.
Foram os factos históricos que transformaram o 1 de maio no Dia do Trabalhador. Até 1886, os trabalhadores jamais pensaram exigir os seus direitos, apenas trabalhavam.
No dia 23 de abril de 1919, o Senado francês ratificou as 8 horas de trabalho e proclamou o dia 1º de maio como feriado, e uns anos depois a Rússia fez o mesmo.
No Brasil é costume os governos anunciarem o aumento anual do salário mínimo no dia 1 de maio.
No calendário litúrgico celebra-se a memória de São José Operário por tratar-se do santo padroeiro dos trabalhadores.
Em Portugal, os trabalhadores assinalaram o 1.º de Maio logo em 1890, o primeiro ano da sua realização internacional. Mas as ações do Dia do Trabalhador limitavam-se inicialmente a alguns piqueniques de confraternização, com discursos pelo meio, e a algumas romagens aos cemitérios em homenagem aos operários e ativistas caídos na luta pelos seus direitos laborais.
Com as alterações qualitativas assumidas pelo sindicalismo português no fim da Monarquia, ao longo da I República transformou-se num sindicalismo reivindicativo, consolidado e ampliado. O 1.º de Maio adquiriu também características de ação de massas.
Até que, em 1919, após algumas das mais gloriosas lutas do sindicalismo e dos trabalhadores portugueses, foi conquistada e consagrada na lei a jornada de oito horas para os trabalhadores do comércio e da indústria.
Mesmo no Estado Novo, os portugueses souberam tornear os obstáculos do regime à expressão das liberdades. As greves e as manifestações realizadas em 1962, um ano após o início da guerra colonial em Angola, são provavelmente as mais relevantes e carregadas de simbolismo.
Nesse período, apesar das proibições e da repressão, houve manifestações dos pescadores, dos corticeiros, dos telefonistas, dos bancários, dos trabalhadores da Carris e da CUF. No dia 1 de Maio, em Lisboa, manifestaram-se 100 000 pessoas, no Porto 20 000 e em Setúbal, 5000.
Ficarão como marco indelével na história do operariado português, as revoltas dos assalariados agrícolas dos campos do Alentejo, com o grande impulso no 1.º de Maio de 62.
Mais de 200 mil operários agrícolas, que até então trabalhavam de sol a sol, participaram nas greves realizadas e impuseram aos agrários e ao governo de Salazar a jornada de oito horas de trabalho diário.
Claro que o 1.º de Maio mais extraordinário realizado até hoje, em Portugal, com direito a destaque certo na história, foi o que se realizou oito dias depois do 25 de Abril de 1974."
(Inf. via Euronews, por Maria João Carvalho)

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O IV Encontro Nacional de Educação para os Media











"As portas que ABRIL abriu"

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"Era uma vez um país 
onde entre o mar e a guerra 
vivia o mais infeliz 
dos povos à beira-terra.

Onde entre vinhas sobredos 
vales socalcos searas 
serras atalhos veredas 
lezírias e praias claras 
um povo se debruçava 
como um vime de tristeza 
sobre um rio onde mirava 
a sua própria pobreza.


Era uma vez um país 
onde o pão era contado 
onde quem tinha a raiz 
tinha o fruto arrecadado 
onde quem tinha o dinheiro 
tinha o operário algemado 
onde suava o ceifeiro 
que dormia com o gado 
onde tossia o mineiro 
em Aljustrel ajustado 
onde morria primeiro 
quem nascia desgraçado.(...)"
José Carlos Ary dos Santos



CNL 2019 - FASE INTERMUNICIPAL

ESTAS SÃO AS OBRAS QUE @S NOSS@S ALUN@S, 
Mariana da Costa Ferreira, 
Santiago Rodrigues, 
Camila Baptista e 
Sara Agostinho... 
ESTÃO A LER PARA A FASE INTERMUNICIPAL DO CONCURSO NACIONAL DE LEITURA 2019 QUE IRÁ DECORRER NO PRÓXIMO DIA 26 DE ABRIL NAS INSTALAÇÕES DO FÓRUM DA MAIA
2.º CICLO: "História do sábio fechado na sua biblioteca" de Manuel António Pina;

3.º CICLO: "Os ciganos" de Sophia de Mello Breyner Andresen e Pedro 
SECUNDÁRIO: "O apocalipse dos trabalhadores" de Valter Hugo Mãe

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25 de ABRIL SEMPRE! Muita informação na biblioteca

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Para assinalar o prazer da leitura e o respeito pelos livros e pelos seus autores, a UNESCO instituiu, a partir de 1996, o dia 23 de abril como Dia Mundial do Livro.
Esta data foi escolhida em homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare, Cervantes e Garcilaso de la Vega. Está também associada à tradição catalã segundo a qual, neste dia, os homens oferecem às senhoras uma rosa vermelha de S. Jorge e recebem em troca um livro, testemunho das aventuras do cavaleiro. 
A Rede de Bibliotecas Escolares associa-se à comemoração, divulgando o cartaz escolhido pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) da autoria do ilustrador Pierre Pratt e participando na marcha pela leitura, promovida pelo Plano Nacional de Leitura 2027.

(Inf. Via RBE)

PARA TI, aluno, aluna... LÊ, APRENDE...


AQUI
e NAS TUAS BIBLIOTECAS ESCOLARES
BE D. AFONSO SANCHES
BE JULIO SAÚL-DIAS
BE CORREIOS
BE LIVROS NA AREIA 
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Naturalmente que já ouviste falar no 25 de Abril de 1974, mas provavelmente não conheces as coisas como os teus pais ou os teus avós que viveram nesta época.
Sabias que o golpe de estado do 25 de Abril de 1974 ficou conhecido para sempre como a "Revolução dos Cravos"?
Diz-se que foi uma revolução porque a política do nosso País se alterou completamente.
Mas como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que os puseram nos canos das armas.
Em vez de balas, que matam, havia flores por todo o lado, significando o renascer da vida e a mudança!
O povo português fez este golpe de estado porque não estava contente com o governo de Marcelo Caetano, que seguiu a política de Salazar (o Estado Novo), que era uma ditadura. Esta forma de governo sem liberdade durou cerca de 48 anos!
Enquanto os outros países da Europa avançavam e progrediam em democracia, o regime português mantinha o nosso país atrasado e fechado a novas ideias.
Sabias que em Portugal a escola só era obrigatória até à 4ª classe? Era complicado continuar a estudar depois disso. E sabias que os professores podiam dar castigos mais severos aos seus alunos?
Todos os homens eram obrigados a ir à tropa (na altura estava a acontecer a Guerra Colonial) e a censura, conhecida como "lápis azul", é que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na rádio e na televisão.
Antes do 25 de Abril, todos se mostravam descontentes, mas não podiam dizê-lo abertamente e as manifestações dos estudantes deram muitas preocupações ao governo.
Os estudantes queriam que todos pudessem aceder igualmente ao ensino, liberdade de expressão e o fim da Guerra Colonial, que consideravam inútil. 
Sabias que os países estrangeiros, que no início apoiavam Salazar e a sua política, começaram a fazer pressão contra Portugal. Por isso o governante dizia que o nosso País estava "orgulhosamente só".
Quando Salazar morreu foi substituído por Marcelo Caetano, que não mudou nada na política.
A solução acabou por vir do lado de quem fazia a guerra: os militares. Cansados desse conflito e da falta de liberdade criaram o Movimento das Forças Armadas (MFA), conhecido como o "Movimento dos Capitães".
Depois de um golpe falhado a 16 de Março de 1974, o MFA decidiu avançar.
O major Otelo Saraiva de Carvalho fez o plano militar e, na madrugada de 25 de Abril, a operação "Fim-regime" tomou conta dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa, em especial do aeroporto, da rádio e da tv.
As forças do MFA, lideradas pelo capitão Salgueiro Maia, cercaram e tomaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano. Rapidamente, o golpe de estado militar foi bem recebido pela população portuguesa, que veio para as ruas sem medo.
Sabias que para os militares saberem quando avançar foram lançadas duas "senhas" na rádio? A primeira foi a música "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, a segunda foi "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, que ficou ligada para sempre ao 25 de Abril.
Depois de afastados todos os responsáveis pela ditadura em Portugal, o MFA libertou os presos políticos e acabou com a censura sobre a Imprensa. E assim começou um novo período da nossa História, onde temos liberdade, as crianças todas podem ir à escola e o País juntou-se ao resto da Europa. Mas ainda hoje há muito, muito caminho a percorrer...
(informação recolhida em http://www.junior.te.pt)



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Mais pobres... monumento de TOD@S nós ... 15 de abril 2019

A Catedral de Notre-Dame de Paris (em francês: Cathédrale Notre-Dame de Paris ou literalmente em português, "Catedral de Nossa Senhora de Paris") é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo, situa-se na praça Paris, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.

A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da alta sociedade, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual.
A arquitetura gótica substituiu as paredes grossas das igrejas românicas por colunas altas e arcos capazes de sustentar o peso dos telhados. Como consequência, os edifícios góticos ganharam um aspecto mais leve, e as janelas, mais amplas e altas, foram decoradas com belos vitrais coloridos que filtravam a luz natural, e com isso, criavam um "clima" de misticismo em seu interior.
Hoje, 15 de abril de 2019 a catedral foi atingida por um violento incêndio.