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Outra novidade

 SINOPSE

Quando aceitou a ficha de casino com uma inscrição que o rapaz da bicicleta lhe deu, Helena não sabia que a sua vida ia mudar para sempre. Quando clicou no site que prometia dinheiro fácil, ela não sabia que se veria enredada num dos jogos mais doentios e mortais de sempre. Quando começam a aparecer pessoas assassinadas, os inspetores da PJ Leonardo Rosa e Marta Mateus são chamados a investigar. E o que descobrem é muito maior do que teriam imaginado.





NOVIDADE DE : valter hugo mãe

 

SINOPSE

A "fera branca" quase exterminou os povos originários do Brasil. Ao longo de séculos, os brancos mataram aqueles que não podiam escravizar. A dada altura, em fuga, muitos negros encontraram ao acaso os povos de peles vermelhas e tantas vezes o entendimento e a paz aconteceram.
Valter Hugo Mãe cria para a Literatura actual duas figuras inesquecíveis: Honra e Meio da Noite, rapazes peculiares que, ao abrigo das aldeias gentis dos abaeté, estabelecem uma cumplicidade para certa ideia de defesa.
Honra é fruto da violação de um branco a uma abaeté. Cresce claro, humilhado por uma pele que diz não ser cicatriz daquele golpe porque é ferida. É sempre ferida.
Esta é uma delicadíssima história de resistentes. Exuberante aventura das palavras e da imaginação em busca da hipótese da paz.

Apresentação do livro e inauguração da exposição 'Rostos da Maré' no Centro de Memória de Vila do Conde

O livro e a exposição "Rostos da Maré - Vidas Cruzadas entre Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim" foram apresentados hoje, dia 7 de julho, no Centro de Memória de Vila do Conde. Dezenas de cidadãos e cidadãs, habitantes de Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim acederam a contar as suas histórias de vida para um projeto que, com elas, desenha uma rota pelas interdependências familiares, pessoais, profissionais que a pesca gerou, principalmente no último século, nestes três municípios. São 21 as histórias dadas a conhecer neste livro, mas o projeto inclui ainda outras duas componentes: uma exposição fotográfica, que vai circular pelos três concelhos e que se baseia em retratos de estúdio destes Rostos da Maré realizados por cinco fotógrafos - Helena Flores, Joana Dionísio, Luís Ribeiro, Olívia da Silva e Sérgio Rolando - e uma criação audiovisual de Tânia Dinis e Miguel Pipa, baseada nos arquivos pessoais dos entrevistados e no registo áudio das conversas. Com edição de Abel Coentrão, jornalista e presidente da Associação Cultural Bind’ó Peixe, o livro “Rostos da Maré” conjuga, assim, trabalho fotográfico contemporâneo, fotografias partilhadas pelos participantes e os textos resultantes de longas entrevistas feitas pelos jornalistas Ângelo Marques da Póvoa de Varzim, David Mandim de Vila do Conde e Luísa Pinto de Matosinhos. São mais de 300 páginas que trazem à tona biografias de pessoas que têm uma identidade vinculada a um lugar de nascença, mas que, por opções de vida muitas vezes ligadas ao desenvolvimento urbano e da pesca ao longo do século XX, nesta região, acabaram por construir afetos e relações que se emaranharam pelos diferentes territórios. Esta é uma iniciativa do Grupo de Ação Local - Gal Costeiro Litoral Norte da Área Metropolitana do Porto, financiada pelo programa operacional regional Norte 2020, tendo sido concebida pela Bind’ó Peixe - Associação Cultural e coproduzido por esta organização e pela ESMAD - Escola Superior de Media, Artes e Design do Instituto Politécnico do Porto, que editará a obra. 
A exposição estará patente ao público até ao dia 12 de julho







 

Homenagem ao escultor Manuel Sousa Pereira no Teatro Municipal de Vila do Conde e apresentação do Livro “A Arte de Um Sedutor”



No próximo sábado, dia 7 de maio, às 15h30, o Teatro Municipal acolhe uma sessão de homenagem ao escultor Manuel Sousa Pereira com o lançamento do livro “A Arte de um Sedutor” editado pela Árvore - Cooperativa de Actividades Artísticas CRL, seguida da inauguração da exposição "Coleção Particular" com curadoria de J. Pedro Martins, que reúne várias obras do escultor pertencentes a alguns colecionadores vilacondenses.

A entrada é gratuita, mediante levantamento de bilhetes no próprio dia até lotação da sala. É possível a reserva de bilhetes para os contactos 252 290 050 ou email teatromunicipal@cm-viladoconde.pt 

A exposição estará patente ao público até ao próximo dia 30 de junho no seguinte horário:
- Terça a Sexta: 10h30/12h30 e 14h30/19h00
- Sábado: 10h30/12h30 e 14h30/19h00 | 20h30/23h30 (em dias de espetáculo)
- Domingo: 15h30/19h00

Memória biográfica de Manuel Sousa Pereira pelo seu filho Pedro Sousa Pereira

Manuel José Andrade de Sousa Pereira, nasceu na rua de Santa Catarina, Porto, no dia 1 de setembro de 1939, terceiro de quatro irmãos; a família muda-se pouco depois para a rua Dr. João das Regras, perto da Praça da República. Nos anos 1940 sofreu uma grave doença pulmonar salvo pela “penicilina que inicialmente se vendia no ‘mercado negro’”, após o final da II Guerra Mundial, tendo sido obrigado a estudar em casa. Faz os estudos primários no Jardim Escola João de Deus.

Do período da II Guerra Mundial, no Porto, sempre falou da influência britânica por parte do pai, Alfredo Sousa Pereira, contabilista. Da década de 1940 recordava também o “prazer que tinha em construir os próprios brinquedos, sobretudo carros de rolamentos e modelos de aviões” e do “roubo das placas das ruas da baixa do Porto” que colecionava com um amigo da escola. Até ao dia em que foram “surpreendidos” a tentar retirar a placa da Praça D. Pedro V.

Nos anos 1950 estudou no Liceu António Nobre numa altura em que a baixa da cidade do Porto se “transformava” com a construção da Avenida dos Aliados.
A partir de meados da década de cinquenta começou a ser “muito influenciado” pelos escritores norte-americanos, sobretudo John dos Passos, pelos contos de Erskin Caldwell e Evan Hunter, autor de “Sementes de Violência”, uma história sobre uma escola nos subúrbios de Nova Iorque.

“A música do filme ‘Sementes de Violência’ começa com o ‘Rock around the Clock’ e isso fez-me ver o filme várias vezes no cinema. Foi uma explosão de novidade”, contava recordando que até essa altura ouvia sobretudo música sinfónica: “Nunca gostei de Wagner, passei a adorar Beethoven, rock’n’roll e a música dos filmes de cowboys”, recordava.

As conversas sobre o Portugal “’salazarento’ e parado” dos anos 1950 eram recorrentes assim como as conversas acerca da literatura e da música do tempo do liceu, muito marcadas pelas culturas britânica e norte-americana.

Participou nas manifestações na baixa do Porto de apoio ao General Humberto Delgado nas eleições presidenciais de 1958: “nunca vi tanta gente, nem no São João”, dizia.

Manteve até à morte os livros que leu nos anos 1950 sendo que, da altura em que estudava no liceu destacava igualmente uma edição de “Obras Completas de Frederico Garcia Lorca” oferecida pelo pai.

Frequentava o Café Satélite, na zona do Marquês.

No início da década de 1960 passou a frequentar o Café São Lázaro na altura em que participa nos protestos académicos do Porto e de Coimbra.

Em 1962 juntou-se à greve académica (Dia do Estudante), em Coimbra, tendo sido referenciado pela PIDE pelas atividades de contestação estudantil. Em 1963 é um dos sócios fundadores da Cooperativa Árvore. Em meados dos anos 1960 entra para o curso de Escultura da Escola Superior de Belas Artes do Porto, casou-se (primeiro casamento) e obrigado a interromper os estudos é mobilizado, para a Guerra Colonial, tendo sido enviado para Angola integrando o Batalhão de Artilharia 776 no Kuanza Sul.

Eu, Pedro, sou o filho mais velho e nasci em Angola em 1966, mas o escultor nunca falou dos anos que combateu na Guerra Colonial, apenas nos últimos anos de vida.
No primeiro ano da década de 1970 termina os estudos na Escola Superior de Belas Artes do Porto tendo apresentado como tese “O Monumento às Vítimas da Guerra do Vietname”, uma composição de grandes dimensões. A minha irmã, Leonor, nasce no Porto em dezembro de 1970.

No início dos anos 1970 faz as primeiras viagens a Londres e à Holanda. Desta altura aumenta a coleção de discos, sobretudo soul, blues e rock e de livros de arte contemporânea: escultura, pintura e artes decorativas. Executa a escultura (alto relevo) em bronze do Marquês de Marialva para a Câmara Municipal de Cantanhede. Comprou a primeira moto, Suzuki 350, “um símbolo de liberdade”.

Paralelamente, mantinha um atelier de escultura na Foz do Douro e frequentava os cafés “Piolho”, perto da Praça dos Leões e o “Ressaca”, na Foz, e o restaurante “Botas”.

Desta época, desenha uma série de posters editados pela Livraria Paisagem (Porto) sobre o cantor José Afonso; “Che” Guevara e ainda outro com a frase “A Paz é Possível” (Paulo VI).

Faz as ilustrações para um livro do poeta Papiniano Carlos e desenvolve uma série de trabalhos como designer para a empresa Prometalix, mobiliário em fibra de vidro, que expôs várias vezes no Porto.

No dia 25 de Abril de 1974 participa no cerco à sede da PIDE/DGS no Porto e uma semana depois nas manifestações do 1º de Maio na baixa da cidade.
Próximo do MES, Movimento de Esquerda Socialista executa uma série de cartazes de caráter político para comissões de moradores, nomeadamente a Comissão de Moradores de Massarelos, Porto.

Após o divórcio passa a viver na Rua da Constituição, Rua de Cedofeita e mais tarde no Carvalhido.

A partir de 1977 passou a lecionar em Vila do Conde para onde vai viver permanentemente na primeira metade dos anos 1980. Em 1977 morre o pai, no Porto. Na Escola Secundária de Vila do Conde incentiva a criação dos cursos de Arte e Design.

A colaboração como designer da fábrica de material didático Molin passa a ser permanente, acumulando a profissão de escultor e professor ao longo dos anos 1980.
Como designer industrial expôs trabalhos em Portugal, Espanha, Alemanha e África do Sul.

Participa na organização do 1º Festival de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI) para o qual executa o cartaz. Como escultor é autor de várias obras de arte pública para Vila do Conde, Matosinhos e São João da Madeira. Na década de 1980 viveu em três locais diferentes, em Vila do Conde, onde também manteve, durante vários anos, um programa semanal de rádio (pirata): “O Submarino Amarelo” e um atelier de escultura junto ao rio Ave. A coleção de discos adensa-se com jazz e blues. A música foi sempre inspiração para uma série de desenhos que geralmente oferecia, assim como se mantém como uma presença permanente nos locais de trabalho: na escola, em casa e no atelier.

Em Vila do Conde frequentava diariamente o Café “Bica Italiana”. Casa-se pela segunda vez.

Em 1989 nasce a primeira neta, Rita, que o tratava por “avô capitão” pela semelhança, dizia ela “com o capitão Hadock do Tintin. Com cachimbo”.

Nos anos 1990 executa uma série de obras para Vila do Conde: bustos dos escritores José Régio, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, Eça de Queiroz e Luís de Camões.

Morte da mãe, Maria José. Divorcia-se pela segunda vez.

Realiza uma série de viagens a Macau, República Popular da China e Estados Unidos com o escultor José Rodrigues com quem retoma uma estreita colaboração que se iniciou na ESBAP e que se vai prolongar ao longo dos anos.

Casa-se pela terceira vez e regressa ao Porto.

Executa uma série de medalhas comemorativas e mantém vários ateliers de cerâmica assim como realiza várias encomendas de ilustração e design gráfico.
Aumenta significativamente a biblioteca pessoal que mantinha como um tesouro, sobretudo livros de arte, história, literatura clássica e banda desenhada, essencialmente norte-americana.

A música mantém-se presente, gravações de jazz em vinil passam a ser discos compactos e documentários vídeo sobre jazz e swing.

Assenta arraiais no café do Largo do Campo Lindo e no “Convívio”, perto da Boavista, porque os cafés, dizia, têm de ter “quiosque com jornais, revistas e tabaco de várias marcas”.

No início do século XXI é cada vez mais estreita a colaboração com o escultor José Rodrigues envolvendo-se na Fábrica Social, em Santa Catarina.

Em meados da década divorcia-se pela terceira vez e reforma-se como professor.

Realiza uma viagem que considerou “histórica” com a minha irmã a Nova Iorque e passava temporadas em Lisboa, cidade que gostava de visitar apesar de ter “demasiada luz”.

Em Lisboa, nascem as duas netas, Leonor alcunhada de “Feijão” e Carlota que sempre gostou particularmente de o visitar no atelier.

Durante os anos da crise económica e financeira continuou solidário com os movimentos de esquerda e participando nas manifestações de protesto “contra a ‘troika’” assim como mostrava indignação sobre a “invasão desumana do Iraque e do Afeganistão”.

Passou a usar a internet com frequência, mas manteve a leitura diária dos jornais.

Na segunda década do século XXI realizou várias viagens à Europa para “visitar museus e ver esculturas”.

Passava as mãos nas esculturas nos museus mais vigiados do mundo apesar dos avisos porque as esculturas, declarava, “são para serem tocadas, mesmo a Vénus de Milo ou os Escravos de Miguel Ângelo e quero que se ‘lixe’ a polícia.”

A morte da irmã mais velha, Maria do Carmo, e do irmão mais novo, António marcam-no profundamente assim como o desaparecimento de José Rodrigues, em 2016, de quem era sobretudo grande Amigo.

Deixou de fumar, mas continuou a guiar as motos e a beber cafés matinais no Largo do Campo Lindo.

Como todos os “Sousa Pereira” começou a ficar surdo ou como dizia “vocês falam demasiado baixo” tendo também iniciado um processo lento de cegueira que se foi acentuando ao longo dos últimos anos, até à morte.

No inverno, particularmente frio e marcado pelas contingências da crise sanitária, de 2020 montou um atelier junto à lareira na sala de estar, em casa, e com o auxílio de mil lupas começou a fazer uma medalha de grandes dimensões com as iniciais SP (Sousa Pereira), em barro.

Disse na altura que “um escultor nunca pode parar de trabalhar e se não tem nada para fazer pelo menos deve varrer o chão do atelier para pensar no que tem de fazer a seguir”.

Nos últimos meses começou a falar de acontecimentos vividos na Guerra Colonial.

O meu pai morreu de Covid-19 (SARS CoV-2) pouco antes do início do processo de vacinação, no dia 8 de fevereiro de 2021.

Deixou muito trabalho, histórias, uma infinita memória e uma valiosa herança de humanismo, arte e bom gosto.

O resto? Um dia conto-te se formos ao “Piolho” ao fim da tarde. Pode ser que te explique porque é que a escultura é importante para a vida das pessoas, segundo o velho Manuel Sousa Pereira.

Inf. Via https://www.cm-viladoconde.pt/pages/655?news_id=6273




HOJE, Aniversário de CHARLES PERRAULT

 

Em 1695, com 62 anos, resolveu redigir todas as histórias que ouvia da boca da sua mãe quando era criança. E foi essa decisão que o imortalizou mais tarde. Ele escreveu durante muitos anos os contos de fadas e publicou-os todos juntos num único volume em 11 de janeiro de 1697, com o título Histórias ou contos do tempo passado com moralidades.

Charles Perrault teve cinco filhos com Marie Guichon. Ela morreu de varíola em 1678, seis anos após o casamento. O escritor faleceu no dia 16 de maio de 1703, na mesma cidade onde nasceu (Paris).



AGATHA CHRISTIE

 




A 12 de Janeiro de 1976, morre, em Wallingford, Agatha Christie, escritora inglesa de romances policiais. Criou famosas personagens como Hercule Poirot e Miss Marple.

Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria conceção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando ativamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam.
Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.












HOJE



Assinalando a abertura do Centenário, no dia 16 de novembro de 2021 realizar-se-ão, em 100 Escolas Básicas portuguesas, sessões de leitura do conto “A Maior Flor do Mundo”.

As informações sobre a iniciativa estão disponíveis aqui.
As comemorações, iniciativa de que o PNL2027 é parceiro, decorrerão entre 16 de novembro de 2021 e 16 de novembro de 2022 e organizam-se em quatro eixos: Biografia, Leitura, Publicações e Reuniões Académicas.
– Eixo da biografia – reporta-se ao trajeto biográfico, formativo e cívico de José Saramago, em relação direta ou indireta com a sua produção literária;
– Eixo da leitura – reporta-se ao trajeto biográfico, formativo e cívico de José Saramago, em relação direta ou indireta com a sua produção literária;
– Eixo da leitura – refere-se, em primeiro lugar, à leitura da obra de Saramago em escolas, bibliotecas, associações culturais; em segundo lugar, à leitura projetada no debate em torno do pensamento de Saramago; em terceiro lugar, à leitura resultando em adaptações já existentes ou em novas criações, em exposições, no cinema, no teatro, na ópera, no bailado, nas artes plásticas;
– Eixo das publicações – para além da republicação da obra de Saramago, perspetivam-se edições evocativas de vária natureza, bem como publicações sobre a obra saramaguiana: livros, números de revistas;
- Eixo das reuniões académicas – a presença de Saramago na academia motivará reuniões científicas em diferentes locais, em Portugal e no estrangeiro.
Consagrado internacionalmente através do Prémio Nobel da Literatura (1998), o Centenário de José Saramago é objeto de comemorações em Portugal e outros pontos do mundo, através de uma diversidade de atores e expressões intelectuais e artísticas que reforçam o valor da cultura na transformação da vida humana.
Via PNL 2027 

NOVIDADE


SINOPSE:

Para onde vamos depois do fim? Talvez para uma pequena ilha, pois, como diz uma das personagens deste romance, «depois que o mundo acabar, recomeçará nas ilhas». Daniel Benchimol, personagem de A Sociedade dos Sonhadores Involuntários e Teoria Geral do Esquecimento, regressa logo na primeira página do novo livro de Agualusa. O cenário é o da beleza única e mágica da Ilha de Moçambique - onde decorre um festival literário que reúne três dezenas de escritores africanos que, na sequência de uma violentíssima tempestade no continente (e de um evento muito mais trágico, que só depois se revelará), permanecerão totalmente isolados durante sete dias.
Mas a história leva-nos mais longe: a uma série de estranhos e misteriosos acontecimentos, que colocam em causa a fronteira entre realidade e ficção, passado e futuro, a vida e a morte, e inquietam os escritores e a população local.


NOVIDADE/SUGESTÃO



TÍTULO: Caronte à Espera
AUTOR:  Cláudia Andrade 
EDITORA:  Elsinore

SINOPSE:
Reformado, enfastiado e desapaixonado, Artur decide finalmente colocar um ponto final na sua vida. Chegou o momento de deixar para trás o tédio, as dores do corpo e todos os pequenos incómodos que, com o passar dos anos, ganham proporções desmesuradas. 
Mas eis que um rosto numa fotografia de casamento semeia a dúvida no espírito de Artur, uma sombra que teima em não mais largá-lo: quem é aquele homem, bonito e confiante, que surge entre família e amigos? Perante as respostas vagas da sua mulher, não resta a Artur outra hipótese senão adiar o seu plano e ajustar contas com o passado.



Depois de Quartos de Final e Outras Histórias — considerado um dos melhores livros do ano pela crítica —, Cláudia Andrade reafirma o seu lugar único na Literatura portuguesa com um romance pleno de ironia mordaz e crueza poética sobre a fragilidade do corpo, a memória e a pulsão da vida.

UMA SUGESTÃO

TÍTULO: O Papagaio de Flaubert AUTOR: Julian Barnes; Tradução: Ana Maria Amador 
EDITORA: Quetzal 
SINOPSE:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. O inglês Geoffrey Braithwaite atravessa o Canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é a de ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary — o seu talento indiscutível mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos —, sobre literatura, sobre o amor (entre ele mesmo e a sua mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar. Um romance magistral sobre literatura, talento, comboios, compotas de groselha, ursos, ficção, vestidos de mulher, George Sand, política, século XIX, absurdo, morte, solidão, escritores, crítica literária— e beleza.



SUGESTÃO

TÍTULO:O mundo à beira de um ataque de nervos
AUTOR: Matt Haig
EDITORA: Porto Editora
SINOPSE:
E se o modo como vivemos estivesse programado para nos deixar infelizes? Toda a sociedade de consumo assenta na ideia de nos criar o desejo de ter o último modelo, em vez de nos contentarmos com o que temos; somos encorajados a sairmos de nós e a querermos outras vidas: uma receita quase infalível para a infelicidade.

Os índices de stress e ansiedade estão a subir. Estamos cada vez mais ligados uns aos outros e, no entanto, cada vez mais isolados.
•Como manter o equilíbrio num planeta que nos enlouquece?
•Como preservar a humanidade numa era tão obsessivamente tecnológica?
•Como ser feliz quando somos incentivados a cultivar a ansiedade?

O mundo à beira de um ataque de nervos oferece uma visão pessoal e importante que procura compreender de que forma nos podemos sentir felizes, humanos e íntegros em pleno século XXI.


NOVIDADE ACABADO DE CHEGAR à livrarias


"DIVERTIDO, INTENSO E INCRIVELMENTE REAL, ISTO SÓ ACONTECE NOS FILMES É SOBRE APAIXONARMO-NOS E CEDERMOS AO AMOR, APESAR DOS NOSSOS PRÓPRIOS MEDOS."

The Telegraph

TÍTULO: Isto Só Acontece nos Filmes
AUTOR: Holly Bourne
EDITORA: TopSeller - fevereiro 2020
SINOPSE:
Serenatas românticas, beijos à chuva e declarações de amor épicas... Isto só acontece nos filmes!
A Audrey não quer saber de amor nem de paixões piegas. A vida dela já tem drama que chegue! Para fugir ao caos que se instalou em casa, ela arranja um trabalho no cinema local, sem imaginar que é precisamente aqui que vai encontrar um drama chamado Harry.
O Harry é um aspirante a realizador de cinema e encaixa em todos os clichês lamechas dos grandes romances. Rosas vermelhas, velas e charme de bad boy, ele vai tentar de tudo para conquistar a descrente Audrey. Mas, por favor, poupem-na! É bem sabido que o amor da vida real não é como nos filmes, certo? Ou talvez a Audrey se surpreenda...
Isto Só Acontece nos Filmes recebeu excelentes críticas e é um romance sobre romance, um grito feminista aos estereótipos impostos às jovens raparigas e uma leitura absolutamente hilariante.



... e continuam as NOVIDADES de fevereiro... desta vez pela Editorial Presença

TÍTULO: Os Leões da Sicília 
AUTOR: A Saga da Família Florio 
EDITORA: Stefania Auci 
SINOPSE:
No momento em que desembarcam em Palermo, na Sicília, vindos da Calábria, em 1799, os irmãos Paolo e Ignazio Florio olham de frente para a vida com tenacidade e ambição, decididos a serem os mais ricos e os mais poderosos. E, em breve, fazem da sua loja de especiarias a melhor da cidade, dedicam-se à comercialização do enxofre, compram propriedades a nobres falidos, criam a sua companhia de navegação… Quando Vincenzo, filho de Paolo, passa a dirigir a Casa Florio, a dinâmica continua: nas adegas Florio, transformam o marsala - um vinho para gente pobre - num néctar digno da mesa de um rei; um método revolucionário de conservar o atum - enlatado e em óleo - traz-lhes ainda mais riqueza… Palermo assiste à expansão dos Florio com espanto, mas depressa são alvo de inveja e desprezo e continuam a ser vistos como estrangeiros e simplórios, apesar da sua determinação profunda a ascenderem socialmente. E, não obstante serem homens excecionais, são ao mesmo tempo frágeis, ainda que não o queiram admitir, e precisam de ter a seu lado mulheres igualmente excecionais: como Giuseppina, a mulher de Paolo, que sacrifica tudo, incluindo o amor, pela estabilidade da família; ou Giulia, a jovem milanesa que entra como um furacão na vida de Vincenzo e se torna o seu porto seguro. Entrecruzando o percurso da ascensão empresarial e social dos Florio com as tumultuosas histórias da sua vida íntima, durante os anos mais agitados da História de Itália do século XIX, Stefania Auci apresenta uma poderosa saga familiar, de tal modo viva e pulsante que parece contemporânea.



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