o lagarto, de josé saramago


A Fundação José Saramago está a comemorar a partir deste mês de Abril os seus 10 anos de existência com concertos, sessões de cinema, mesas redondas, tertúlias. .
Esta edição de O Lagarto nasceu de uma ideia original de Alejandro García Schnetzer e foi publicada em Portugal pela Porto Editora e no Brasil pela Companhia das Letras. O realizador  Miguel Gonçalves Mendes, autor de José & Pilar, fez um vídeo com a leitura do conto pela cantora e compositora brasileira Adriana Calcanhotto.
Ficha técnica
Realização: Miguel Gonçalves Mendes/JumpCut
Xilogravuras: J. Borges

dia mundial do livro em vila do conde

desafio fotográfico: vi(r)ver o mar



No âmbito das Comemorações do Dia da Marinha que, este ano, realizam-se em Vila do Conde e na Póvoa de Varzim, a Marinha Portuguesa desafia-o a participar no concurso de fotografia “Vi(r)Ver o Mar”.
As participações deverão estar divididas nos seguintes temas: Objetos/Recursos, Ambientes e Pessoas. Cada tema contemplará ainda a categoria cor e preto e branco.
As fotografias vencedoras farão parte de uma exposição que irá decorrer de 13 a 21 de maio, altura das comemorações do Dia da Marinha 2017.
Inscrições abertas até 30 de abril através do email: ccm.desafio.dm2017@marinha.pt  
Mais informações aqui.

o boletim da be



Já está está disponível o Boletim da BE do 2º período, para o visualizarem, cliquem aqui.

a estante da educadora alexandrina


Lembro-me de ler na cama à noite antes de dormir, quando a minha mãe me mandava apagar a luz eu continuava a ler debaixo da roupa com uma lanterna.

Um dos livros que li, teria 15,16 anos, foi “viagem ao mundo da droga”, apesar de já ter ouvido falar em drogas mais leves não sabia exactamente as consequências causadas por elas. Este livro focava drogas pesadas, uma delas, o “LSD” e os efeitos causados em quem consumia.
Era um relato verídico de quem as tinha consumido, esta leitura impressionou-me muito e perguntava-me: "Se as drogas fazem tão mal, porque é que as consomem?"
Ainda hoje, apesar de toda a informação que existe continuam a ser consumidas, muitos pensam sempre que as conseguem deixar quando quiserem, mas muitas vezes sem se aperceberem já estão a consumir outras drogas mais pesadas.
São vidas e famílias destruídas por esta “maldição”. 

a estante da d. silvina

A sabedoria popular diz-nos que “o saber não ocupa espaço” e o ler também não. O meu desejo pela leitura começou desde os tempos da escola primária, quando a professora, entusiasmada, nos incentivava a nunca parar de ler. Desde então tenho o livro como companheiro, conselheiro, instrutor e motivador.

Dos vários livros que já li quero destacar dois: “A rapariga que roubava livros” e “ A fórmula de Deus”. Uma leitura que nos leva a fazer uma reflexão ética e espiritual. A leitura tem o poder de nos transportar para outras realidades que, de outra forma, não seriam possíveis de alcançar, como por exemplo, encarnar as personagens, vivendo as suas histórias.

Ler torna o ser humano mais “rico”.

ler é um vício...

Ler é cá um vício… e que doce vício…
Sei lá por que o faço… Ainda concebo que possamos racionalmente explicar por que razão se gosta de algo. Por outro lado, como sempre acontece com tudo aquilo que se ama, as razões perdem toda a sua razão de ser, quando procuramos interpretar a conceção do Amor… A verdade é que, quando se ama, ama-se, porque se ama!...
Quem um dia descobriu o significado do Amor, compreende bem as minhas palavras… Todos concordaremos que Amor consiste numa simbiótica relação estabelecida entre dois seres distintos, cuja existência de um alimenta a felicidade do outro… é a permanente sede, fome, ânsia… é o descontrolado desejo carnal e metafísico do outro por mais que nele nos saciemos!
E, assim, em singelas e genuínas palavras, está explicitada e mais do que explicada a minha relação com a leitura! Porque a verdade é que é disso mesmo que se trata… de necessidade nua e pura de algo… de Amor por algo!...
Leio, porque sinto necessidade de o fazer… leio, porque a leitura é instrumento de prazer para mim… leio, porque a leitura apura todos os meus sentidos, fazendo com que eu próprio sinta que existo e que alcanço sentido! Leio, porque me divirto, aprendo e cresço ao fazê-lo… Leio, para me descobrir, para me compreender, para me reinventar continuamente… leio para não ficar obsoleto, movido pelo sonho de absoluto… leio, porque não me conformo com uma existência moribunda e porque quero ser sempre mais um pouco, se puder ser… “ou até se não puder…” Leio, porque encontro em cada livro “um novo mar (por mim) nunca dantes navegado”, “um novo eu” desvendado… Leio, porque ler faz-me “aparecer” diante de mim da forma mais plena, concretizada e epifânica
Leio por necessidade suprema, por imperativo irracional, por vício… chamem-lhe o que quiserem… leio, porque mergulho no marasmo, na abstinência castradora infeliz, na absência existencial, se o não fizer!...
Leio, enfim, para me sentir… para me descobrir no decurso da mais aliciante das viagens… uma viagem realizada através do mais íntimo e ínfimo de mim, que é, tal como o mais íntimo e ínfimo de ti, afinal, o mais imenso, denso e intenso dos universos… Leio, enfim, para ser… Leio por tudo isto e por muito mais, estou certo… e, em verdade, “esse muito mais” inexprimível e inexplicável é o mais cativante dessa deliciosa experiência…
Por que leio? A isso creio eu saber responder… leio, porque amo fazê-lo! Por que o amo fazer é que já não sei… Sei lá eu definir o Amor… ninguém sabe, estou certo… assim como certo estou de que toda a gente ama o sabor a que o Amor sabe!...
Experimenta! Vais ver que gostas… e, quem sabe, não passarás a amar também… a amar muita coisa, assim espero, e a amar a leitura, em particular…

Paulo Barros

o painel da esdas na biblioteca municipal josé régio



A 21 de março, celebra-se o Dia Mundial da Poesia. Como já é habitual, a biblioteca da ESDAS participou no Estendal Poético, trabalho coletivo realizado com a Rede Concelhia de Bibliotecas de Vila do Conde. Este ano o tema central era os Tapetes de Flores, manifestação das Festas do Corpo de Deus, que se realiza de quatro em quatro anos em Vila do Conde.
Agradecemos à Biblioteca Municipal a impressão do  poema de Sara Agostinho, Direção, já exposto no átrio de entrada do pavilhão 1 da nossa Escola.

dia mundial da poesia

É como muito alegria que vimos a poesia a invadir o concurso de talentos Got Talent Portugal. Os nossos sinceros parabéns a Pedro Freitas que diz magnificamente o poema Máscaras d' Orfeu de Napoleão Mira.